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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Obesidade: uma questão importante!

*Essa matéria é do site Tudo sobre Cachorros, essa matéria é inteiramente retirada de lá.

Sei que muitos vão ter preguiça de ler, mas vale a pena!
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Cuidado: você pode estar prejudicando a saúde do seu amigo

Os numerosos séculos de domesticação deram ao cão o privilégio de ser o mais cuidado dos animais domesticados pelo homem. Isto significa que pode desfrutar de bons pratos de comida, e também compartilhar os nossos maus hábitos e as manias da civilização. Ou seja, assim como os seres humanos, os cachorros também vem sofrendo com a obesidade. Mas diferente de nós, eles comem o que lhes é servido, o que significa que os responsáveis pela obesidade canina são os próprios humanos.

A imagem de um cachorro gordo como sinônimo de animal cheio de vida pertence ao passado; é necessário conhecer as consequências nocivas derivadas de um estado de excessiva gordura para não deixar que se produza, e menos ainda favorecer a obesidade, muitas vezes reflexo de um carinho mal entendido para com um animal de estimação. Muitos acham que um animal gordo é sinônimo de fofura. Outros enchem-nos de comida porque acham que comida é amor e que eles devem satisfazer todas as vontades do cão ou do gato. Mas esses hábitos não só diminui a qualidade de vida do animal, como está encurtando o tempo que ele ficará ao lado do dono, ou seja, sua vida será mais curta por conta de todos os problemas de saúde que a obesidade traz consigo.


30% dos cães sofrem desse problema

Aproximadamente um terço dos cães de estimação sofrem deste problema, que afeta mais as fêmeas que os machos e, segundo alguns, certas raças mais do que as outras. Os cachorros castrados também tendem a engordar mais que outros, por isso é muito importante que esses animais tenham a alimentação ainda mais vigiada.


Como saber se o meu cachorro está obeso?

A obesidade é mais “um acúmulo excessivo de gorduras do corpo” do que “excesso de peso”, pois este excesso pode-se verificar também por uma retenção de água ou devido a uma importante massa muscular. No entanto, a avaliação da gordura é relativamente subjetiva, deve-se levar em conta para esta análise o indivíduo, a raça ou a morfologia. A obesidade traduz-se fisicamente por uma certa deformação, devida aos depósitos de gorduras generalizadas ou localizadas em certas partes do corpo.

Para o diagnóstico, o veterinário fundamenta-se na apalpação do tecido adiposo que cobre o tórax: em estado normal, as costelas do cão são apenas discerníveis ao olhar, mais fáceis de apalpar. O zootécnico dispõe, para este tema, no seu arsenal de fórmulas, de uma equação de relação entre peso de um cão e seu perímetro torácico; ainda que de forma aproximada, esta fórmula (P=80 c³, onde P representa o peso em quilogramas e c o perímetro torácico, em metros) permite ter uma aproximação do grau de desvio relativamente a uma proporção normal. Finalmente, pode-se recorrer a tabelas de medidas editadas pelos clubes, porque, de uma raça para outra, para uma mesma altura e cernelha, os pesos variam muito.


Meu cão está obeso. O que devo fazer?

O olhar do cinófilo, do veterinário que o trata, a balança e as suas próprias impressões estão de acordo: o seu cão está obeso. Como se chegou a isso? De longe, em relação a todas as outras, a primeira causa da obesidade é a superalimentação. É realmente necessário constatar que os cães obesos devem o seu peso excessivo, em gordura corporal, a uma ração muito energética. Sem contar aqueles donos que tratam os cães cheios de guloseimas, como queijos (que são muito gordurosos), pão, frios e até chocolate, que é tóxico e pode matar.

Os dietistas falam de balanço positivo de energia. Para uma alimentação equilibrada, este balanço deve ser nulo, ou seja, os acréscimos alimentares devem compensar exatamente os gastos enérgicos devidos à atividade física (esporte, caça, guarda, etc) ou às necessidades fisiológicas (crescimento, gestação, lactação, luta contra o frio, etc). Se os acréscimos forem maiores do que as necessidades, mesmo durante um curto período da sua vida, o cão engordará. É o mesmo que acontece com os seres humanos. Se você come mais do que gasta, você engorda. Se gasta o que come, mantém o peso. E se gasta mais, emagrece. Basta levar isso em consideração quando for pensar no cachorro.

Se o seu cão sofre de excesso de gordura, é necessário rever a sua alimentação, e assegurar-se de que os quilos supérfluos não se devem a outros desajustes.


Talvez não seja porque seu cão come muito.
A origem da obesidade nem sempre é a superalimentação. Estima-se que 25% dos cães obesos sofram de hipotiroidismo. Por outro lado, conhece-se a tendência dos animais castrados para ganharem peso (as estatísticas mostram que esta tendência aumenta nas fêmeas) mas parece que a esterilização induz à obesidade apenas pelas razões psíquicas que dela resultam, pois as injeções de hormônios sexuais nos animais castrados não corrigem o peso adquirido.

Ao contrário, as glândulas supra-renais produzem muito cortisol, que desenvolve asíndrome de Cushing, caracterizada por um abdomem dilatado, queda do pêlo e músculos fofos. Um animal que apresente estes sintomas bebe e urina muito e dificilmente se satisfaz.

Finalmente, convém mencionar a raríssima lesão do hipotálamo (um tumor por exemplo), centro da saciedade. Uma perturbação no seu funcionamento pode ser responsável por uma fome imoderada.

Menos convencional e mais frequente, o excesso de consumo alimentar de origem psicológica entra no que se chama obesidade do stress. Um cão com boa saúde pode tornar-se bulímico em resposta ao stress ou a um choque psico-afetivo. Certos casos de obesidade observam-se igualmente nos cães “vítimas” de um exagerado carinho por parte do dono, que se traduz em guloseimas. É certo que, seja qual for o motivo da consulta, o veterinário deve levar em conta sempre o meio que o rodeia, psicológica e afetivamente.


Consequências da obesidade
Risco aumentado em cirurgias – Necessidade de uma maior dose de anestesia e menor visibilidade dos órgãos envolvidos em massa gorda;

Maior pressão sobre o coração, pulmões, rim e articulações – Quase todos os órgãos do cão têm de aumentar o seu ritmo de atividade para manter o maior volume de massa do animal.

Agravamento de doenças articulares, como a artrite – O aumento de peso faz com que o cão tenha de forçar mais as articulações para se poder movimentar. A artrite, que provoca dores intensas, pode-se desenvolver devido ao aumento da pressão sobre joelhos, anca e cotovelos. Esta condição é ainda mais preocupante nas raças de porte grande que são já predispostas a desenvolver displasias.

Desenvolvimento de problemas respiratórios em tempo quente e durante exercício– Num cão obeso os pulmões têm menos espaço para se encherem de ar e têm em contrapartida de aumentar a sua capacidade de captação de oxigênio para fornecer ar ao maior número de células no corpo.

Desenvolvimento de diabetes – Doença sem cura que pode obrigar a injeções diárias e pode levar à cegueira. A incapacidade de produção de insulina para processar os níveis aumentados de açúcar está por detrás do desenvolvimento de diabetes.

Aumento da pressão sanguínea que pode originar problemas cardíacos – O coração é um órgão bastante afetado pela obesidade. O coração tem de aumentar a sua capacidade de distribuição de sangue a muitos mais sítios que se foram criando com a acumulação de massa. Como o sangue tem de percorrer um caminhos mais longos, a força ou pressão com que é bombeado tem de aumentar.

Aumento da probabilidade de desenvolver tumores – Estudos recentes associam o desenvolvimento de cancro, sobretudo mamário ou no sistema urinário, com a obesidade.

Perda de eficácia do sistema imunológico – As doenças virais parecem afetar de forma mais agressiva os cães com excesso de peso.

Problemas gastrointestinais – Diarreia e o aumento da flatulência ocorrem mais frequentemente em cães obesos, situação que não é agradável nem para o cão e nem para o dono.


10 dicas para combater a obesidade
Algumas recomendações simples a este respeito, suficientes para corrigir ou para evitar o excesso de peso, sempre oportuno para outras complicações:

1. Convencer-se do estado de obesidade do seu cão e observar tudo o que o animal come durante o dia.

2. Reduzir 20 a 40 % o valor energético da sua ração (sem diminuir o volume, pois os nutricionistas demonstraram que o cão acostumado a um certo volume de alimentos, tende a mantê-lo, mesmo que a alimentação seja menos energética).

3. Fracionar a ração ao longo do dia (é melhor dar-lhe várias rações pequenas ao longo do dia)

4. Utilizar os alimentos preparados do comércio cuja garantia nutricional é conhecida, ou, melhor ainda, os alimentos dietéticos, vendidos pelos veterinários, especiais para vencer a obesidade. Uma ração especial para cães obesos é fundamental.

5. Dispensar as guloseimas, muitas vezes responsáveis pelas linhas deselegantes: o biscoito pela manhã, o pedacinho de queijo ao meio-dia, a pequena guloseima da noite diante da televisão.

6. Fazer com que beba tanta água quanto seja possível.

7. Impor-lhe um exercício físico regular.

8. Estabelecer um programa preciso de emagrecimento junto com o veterinário que o trata.

9. Comprovar regularmente os progressos obtidos com a ajuda de uma balança e apontar os resultados num diagrama.

10. Uma vez que se encontre em forma, manter um regime de conservação para evitar a recaída (este regime será inferior 10% ao que o cão comia antes de ficar obeso).

O senso comum dos humanos indica que a solução é comer menos. Muitas pessoas dizem que se sentem bem como são e tanto pior se têm uns quilos a mais!

Os nossos cães não conhecem estes estados de ânimo próprios dos donos e portanto devemos evitar-lhe os inconvenientes de uma superalimentação. O único prazer que encontram em comer demais é semelhante ao que podemos encontrar quando nos chateamos. Em casos extremos, a última solução é a hospitalização sob vigilância do veterinário. Ainda não existem casas de saúde para cães.

Dieta para cães obesos
Outras recomendações na luta contra o excesso de peso: pequenas rações ao longo do dia com redução do seu valor energético. Cuidado! Se não toma adequadamente esta medida, existe o perigo de provocar carência. Assim é melhor usar alimentos preparados, que oferecem todas as garantias nutritivas.

Algumas raças com tendência a engordar:

Basset Hound
Beagle
Bichon Frisé
Cocker Spaniel Inglês e Americano
Dachshund
Dálmata
Dogue Alemão
Springer Spaniel Inglês e Galês
Golden Retriever
Labrador Retriever
Mastiff
Pug
S. Bernardo
Schnauzer Miniatura
Shih Tzu
Weimaraner


cachorro gordo

Então é isso, beijos da Ju!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Doeças Caninas

Olá gente ! Hoje vir aqui principalmente para postar sobre um assunto muito sério: as doenças caninas.
Muita gente vê seus cachorro vomitando, tendo diarreia, distúrbios e ainda dizendo: aah, ele ta bem! Não precisa levar no veterinário...
Eu vim dizer que SIM, você tem que levar o cachorro no veterinário, pois o seu cão pode estar sofrendo algo grave, ou algo leve. Então, por viu das dúvidas LEVE.

Agora nesta lista as seguir você preste atenção nos sintomas. Se seu amiguinho estiver sofrendo de algum deles, leve ao veterinário. 


CINOMOSE
   A cinomose é causada por um vírus, a menor das células vivas conhecidas, menor do que uma bactéria. Há cura para alguns tipos de cinomose e todos os tipos de cinomose provocam aumento da temperatura do animal. Os olhos apresentam uma secreção mucosa e o nariz escorre profusamente. Algumas vezes há ocorrência de diarréia prolongada com sangue. A forma mais simples e de cura mais fácil é a cinomose de pele. Ela se manifesta através da abundância de pústulas no corpo do cão.
   A cinomose nervosa dá origem a espasmo e convulsões. Seguido de paralisia e morte. Mesmo que sobreviva, esses cães ficarão com paralisias parciais que enfraquecem a musculatura.
   A cinomose respiratória e intestinal são outras formas dessa doença. Atinge as vias nasais, bem como os pulmões e os brônquios. A cinomose intestinal afeta o aparelho digestivo, mas a pior de todas é a cinomose nervosa, que pode ser fatal.
Parvovirose
   É uma doença bastante contagiosa, cujos principais sintomas são a anorexia (perda de apetite), vômitos,febre e diarréia com sangue, levando a desidratação. Quando o animal é atingido por essa doença, o estado de choque aparece rapidamente e a morte sobrevém entre 48 horas e 72 horas após o inícios dos sintomas, isto é, se não houver um diagnóstico rápido. Aos primeiros sinais da doença, os animais devem ser medicados adequadamente.
Raiva
   A Raiva é uma virose que ataca o sistema nervoso e é transmitida pela saliva. A Raiva apresenta três fases distintas: Fase Prodômica ou Silenciosa que dura entre 2 a 3 dias e é caracterizada por febre , alterações no comportamento do cão, diminuição dos reflexos corneais e palpebrais e movimentos mastigatórios. Fase Furiosa que dura de 2 a 4 dias e é caracterizada pela alteração do sistema nervoso central , aparecendo, latidos furiosos, agressividade, irritabilidade e ataques a objetos e convulsão. Fase Paralítica que dura de 2 a 4 dias e consiste na paralisia da faringe, laringe, dificultando a mastigação seguido por depressão, coma e morte por paralisia respiratória. No caso de você ou alguma pessoa conhecida sua for mordida por um animal, seja ele conhecido ou não, deve lavar o local da mordida com bastante água e sabão e se dirigir à um posto de saúde para que sejam tomadas as medidas profiláticas corretas. A prevenção dessa virose nos animais é através da vacinação da população de cães e gatos anualmente, a prefeitura ou entidades de saúde responsáveis promovem anualmente vacinações gratuitas.
 
Coronavirose
    É um virus que provoca no cão uma inflamação da região gastrointestinal. O vírus tem uma incubação de 24 a 96 horas e é muito contagioso, sobretudo nos canis.
sintomas
    Fezes moles, de cor amarelo-alaranjado, com mucosidade e, às vezes, sangue. A mortalidade é variável, depende muito da idade do cachorro, os cães adultos são mais resistentes que os filhotes. Uma boa norma que pode evitar os vírus é a higiene, limpeza nos boxes com água quente e usar desinfetantes a base de cloramina ou formalina.
 
Leptospirose
    É uma doença que se deve a diversos sorotipos de espiroquetas (bactérias), o cão contagia-se quando as leptospiras podem penetrar através da mucosa conjuntiva, nasal, oral, na zona gastrointestinal e, inclusive, através da pele, quando houver feridas. O rato é o transmissor mais conhecido, a ingestão, ou inalação de urina de outros cães infetado também é responsável 
    As leptospiras são sensíveis à ação dos raios do sol, ao calor e aos desinfetantes, mas vivem bem fora do organismo do hospedeiro, em ambiente úmido (água, esgotos, etc). 
1 - Leptospira Canícula.
Afeta normalmente exemplares jovens que vivem na cidade. No sangue produz-se a multiplicação e difusão das leptospiras. Os rins são gravemente atacados e inclusive exemplares curados padecem de nefrite intersticial crônica. 
2 - Leptospira icterohaemorrhagie
A contaminação no cão acontece, principalmente, através da urina do rato do esgoto, ocorre no cão temperatura alta, vômito, sede, diarréia com sangue. A morte pode acontecer depois de poucas horas do começo da doença ou em poucos dias. 
 
Parainfluenza
   É uma virose transmitida através das descargas orais e nasais de animais afetados causando febre, rinite, tosse, conjuntivite e apatia de leve a moderada. O maior risco nesta virose é o aparecimento de infecções oportunistas secundárias à infecção viral. A prevenção é feita através de vacinas
 
Traqueobronquite Infecciosa
   É causada pela ação conjunta de mais de um agente infeccioso, o vírus da Parainfluenza , o Adenovírus e uma bactéria chamada Bordetella bronchiseptica . Ataca inicialmente o trato respiratório dos cães afetados causando uma irritação que produz tosse e uma leve descarga nasal e ocular. Em casos mais agudos há um agravamento do caso clínico com presença de broncopneumonia, anorexia, depressão e febre, complicações causadas por infecção bacteriana secundária e eventualmente a morte. A vacina ainda é o melhor meio de combater e prevenir a doença.


É isso. Então cuide de seu cão e VACINE! 

Bjus Ju!

domingo, 31 de março de 2013

Vacinação

Olá ! Aqui está, algumas coisas que eu achei sobre Vacinação no cão e sua importância.

Mas antes do conteúdo, eu quero comemorar nossos humildes 1800 acessos. Estamos caminhando para o sucesso, mas ainda estamos bem no começo... 
Gostaria de ajudar o blog a crescer e caminhar para o sucesso? Então COMENTE e DÊ sua opinião sobre o blog, dê ideias para postagens, diga alguma raça para colocarmos na ''Raça da Semana''... Simplesmente dê sua opinião.

Agora a postagem. 


A vacinação nos cães é muito importante para a prevenção de inúmeras doenças, sendo algumas transmissíveis ao homem (Zoonoses). Ela deve ser feita apenas por um Médico Veterinário, que avaliará se o animal está apto a recebê-la no momento, pois apenas animais saudáveis podem ser vacinados.

Não existe um esquema único ideal de vacinação. Cada profissional deve escolher o esquema mais adequado para o seu paciente.

Em geral, os cães devem ser vacinados a partir de 45 dias de vida, com a vacina múltipla, mais conhecida como V8 ou V10. Essa vacina protege contra cinomose, parvovirose, coronavirose, parainfluenza, adenovirose, hepatite infecciosa e leptospirose canina. Os intervalos entre as vacinações variam entre 21 a 30 dias, e são recomendadas 3 ou 4 doses, dependendo do fator de risco e da região em que o animal vive. Depois disso, o cão deve receber uma dose dessa vacina anualmente.

Além da V8 ou V10, os cães devem ser vacinados contra a raiva, que é uma zoonose. O filhote deve receber a primeira dose a partir de 3 meses de idade, e o reforço é feito anualmente.

Em algumas regiões é necessário vacinar o animal também contra a Leishmaniose. Essa doença é transmitida através da picada de um mosquito, conhecido como “mosquito palha”, e afeta tanto seres humanos como animais domésticos e silvestres. A Leishmaniose canina é uma doença tratável, mas que não possui cura.

A vacina da Traqueobronquite Infecciosa Canina (Tosse dos Canis/ gripe canina) é considerada opcional, ou seja, o proprietário é alertado sobre a existência da mesma, e decide juntamente com o Veterinário se deve ou não vacinar o seu animal. Essa doença é altamente contagiosa entre os cães, sendo causada por vários agentes infecciosos, entre eles bacterianos e virais. Os sinais clínicos lembram muito um quadro de resfriado humano, com tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza.


Um fato muito importante, e quem nem todas as pessoas sabem, é que nenhuma vacina tem garantia de 100% de proteção. Apesar de ser a melhor forma de prevenir contra as doenças, ela é apenas uma pequena parte do processo de imunização. Existem casos de animais que não respondem adequadamente as vacinas, e desse modo, não ficam protegidos. Isso pode ocorrer em animais que estejam doentes, com sistema imune debilitado (ou que estejam fazendo tratamento com medicações que deprimem o sistema imune, como por exemplo cortisona), ou por características individuais do animal. 


Também é importante saber que, qualquer produto injetável, incluindo vacinas, pode causar reações após a aplicação, sejam elas locais ou generalizadas. A mais brandas observadas são: nódulo/inchaço no local da aplicação, que pode ser dolorido ou não, mas também podem ocorrer reações mais sérias como reação alérgica aguda e choque anafilático. Caso observe alguma reação, o seu Médico Veterinário deverá ser alertado.


Bjus Ju.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Pulgas: Como Prevenir


Oii tudo bem? Trouxe umas dicas para prevenir as pulgas em seu amigão de 4 patas.


1- Sempre dar um belo banho no cão.

2- Tomar cuidado nos lugares onde ele frequenta.

3- Outra escolha é optar por remédios:

-Bisnaga e pipeta: depois de aplicado entre a nuca e a base do pescoço, o produto demorará 24 horas para se espalhar por todo o corpo. Demora até 72 horas para matar todos os carrapatos e pulgas.

-Xampu e sabonete: esta forma de combate também ajuda na estética, deixando os pêlos macios e brilhante. Sua ação é imediata.

-Spray: Todo o corpo do cão deve ser molhado com o produto, no sentido contrário ao crescimento dos pêlos.

-Coleira ante-pulgas. Encontrada em qualquer pet-shop.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Carrapatos





Carrapatos
Como agem, como tirá-los da pele de seu cão e que produto usar
Na primavera, com a chegada do calor, também aparecem os carrapatos. Para poder reproduzir-se, a fêmea precisa de sangue e seu cão é um de seus hospedeiros favoritos .
O carrapato espreita em zonas com bastante vegetação, jardins, parques, terrenos baldios. Assim, seu cão deve encontrá-los facilmente quando sai para passear.
Alguns dados técnicos sobre os carrapatos:
• As espécies mais comuns são: Rhipicephalus sanguineus, Ixodes ricinus, Ixodes hexagonus e Dermacentor reticulatus.
• Medem entre 0,35 e 1,5 centímetros
• Uma fêmea adulta coloca entre 2.000 e 4.000 ovos.
• Estes ovos podem sobreviver até três anos no meio ambiente.
• Quando jovens têm seis patas, mas na idade adulta crescem mais duas patas.
• Os carrapatos se escondem até em árvores à espera de um hospedeiro.
Quando um cão se aproxima de um carrapato, o danado saltará em cima dele, caminhando por sua pelagem até chegar a seu lugar favorito, que costuma ser:
• A região das orelhas
• Entre os dedos do pé
• Próximo aos olhos, nuca e pescoço
São nesses lugares que a pele do cão é mas fina e com maior fluxo sangüíneo.
Se o cão não for tratado com um produto antiparasitario é normal encontrarmos carrapatos. Não se preocupe, não tem nada a ver com a higiene do cão. Um simples passeio é suficiente para que seu cão tenha carrapatos. Não há cão no Brasil livre desses bichos.
De qualquer forma, é provável que não detecte o carrapato se não procurar. Seu sucesso evolutivo está justamente no fato de passarem desapercebidos. Quando picam seu cão, ele não sente, pois, antes de introduzir sua boca, parecida com um estilete, o carrapato deposita uma pequena quantidade de saliva com propriedades anestésicas. Ao picar não causará nenhuma dor.
Mas ainda assim, a picada causará danos.
Danos causados pelo carrapato:
• Lesões de pele causadas pela ação mecânica da mordida
• Efeitos tóxicos, já que a saliva do carrapato contém enzimas e neurotoxinas que pode provocar paralisias,
• Debilidade e anemia, ao consumir grandes quantidades de sangue,
• Transmissão de outras doenças.
Encontrei um carrapato no meu cão, como faço para tirá-lo?
Em primeiro lugar, arrancar o carrapato é contraindicado. O máximo que fazemos é eliminar parte do corpo, sendo que o resto fica ainda aderido ao cão, podendo provocar infecções.
O ideal é aplicar umas gotas de vaselina ou parafina ao redor, esfregá-lo um momento até que amacie um pouco a pele e depois tentar retirá-lo suavemente. Depois podemos nos desfazer do carrapato colocando-o no álcool para que não escapem os ovos e morram. É importante lavar as mãos depois de manipulá-los.
Também existem instrumentos especiais para a extração do parasita, como pinças de carrapatos, que podem ser adquiridas em lojas especializadas.
Quais são os melhores produtos contra os carrapatos?
Há vários produtos no mercado que funcionam muito bem. Os mais vendidos são Frontline e Scalibor. Frontline também protege de pulgas e Scalibor frente à leishmaniosis. A proteção mais completa oferece a combinação Scalibor com Frontline.

 

Beijocas, de Mary